Os Melhores Contos da Fábrica do Terror, vol. 3 (2025)
“Catarina olhou para o risco no chão de madeira envernizado e parou de empurrar a cómoda — uma coisa volumosa e larga, herança do lado da mãe. Mediu a olho: o estrago no piso era um vinco de pelo menos cinco centímetros. Ia-se notar, e ali não era um bom sítio para pôr um tapete por cima. Preocupar-se-ia com isso depois.
— Podes dar uma ajudinha, Rui?
— Sabes que não posso.
Pois sei.”