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«Visualmente, é um filme diferente, e isso deve-se muito ao Nuno Martini, com a sua coragem de me desafiar a fazer coisas completamente fora. Até quisemos cunhar o termo neoexpressionismo lusitano através deste filme, vamos ver como é que isso corre.»
«Da perspetiva ética e legal, toda a plataforma [de inteligência artificial] foi alimentada com trabalhos de outros artistas que não foram recompensados por isso. Foi trabalho roubado para fazer ali uma salada de fruta. E isso é péssimo. Devia ser legislado.»
«Gostava de fazer uma longa-metragem de terror que metesse as pessoas a sair da sala a correr.»
«Se estás a trabalhar fantasia ou terror, é tudo sobre pessoas. O comum a isso tudo é: como é que as pessoas funcionam, como é que as pessoas gerem os seus monstros, como é que as pessoas gerem os seus dilemas.»
Os sete filmes para televisão já estão disponíveis no site dos Arquivos RTP. As obras fantásticas de Álvaro de Carvalhal e Mário de Sá-Carneiro, entre outros, ao vivo e a cores, à distância de um clique.
«Nunca pensámos estar em festivais, nunca pensámos em ganhar prémios, mas era bom que isto se traduzisse em algo, pelo menos que vissem lá fora que há talento cá em Portugal.»
«Quero fazer filmes como eu gosto, mas não vou ser “umbiguista” e fazer filmes só para mim. Acho que isso é mau para o mercado. Vou fazer filmes para mim, sim, mas que agradem ao público.»
«Penso que a imagem que têm do Japão contemporâneo já está mudada e desatualizada, e este [filme] pode ser uma visão mais próxima e real do que resultou dessa mudança.»