Writer & Author
«Acho que as crendices são uma manipulação muito grande da sociedade e das pessoas. O cinema tem esse papel, e os filmes de terror também. Gosto desta ideia de estar a manipular, sem ser de uma maneira gratuita.»
«O compositor não tem o mesmo protagonismo do realizador ou do produtor. Eu gosto disso. O meu cenário ideal é ter um trabalho que toda a gente reconhece, mas que ninguém saiba quem escreveu.»
«Vi uma mãe e uma criança a verem televisão, iluminadas por aquela luz [do ecrã] e pensei “que imagem tão frágil dentro de um mundo tão pesado”, […] são pessoas a tentar ser uma família num ambiente alienígena, hostil, uma prisão dos anseios a esforçar-se por ser lar.»
«Queria levar para o cinema esta realidade transmontana, com as suas terras queimadas, a sua herança celta, próxima da mitologia do western com o seu lado “fora da lei” à margem da sociedade»
«Seria uma excelente maneira de acabar as aventuras do Benjamin Tormenta com esse conto do Egito porque, sem dar spoilers, acho que acaba de uma maneira satisfatória para mim, como autor»
«A minha filosofia é a de que os filmes são para serem vistos»
MOTELX: Crítica a «O Hotel da Noiva», de Bernardo Cabral — O filme de terror açoriano de culto
«Houve bastante sofrimento a fazer o Mutant Blast, mas não trocaria isso por nada neste mundo»
«O cinema de género é um cinema muito popular e perdem-se imensas novas vozes por não haver apoios»
«As mulheres passam sempre por serem demasiado delicadas, por não gostarem “destas coisas”»